segunda-feira, 25 de maio de 2015

Centro Cultural Miltes Bueno Galassi.




No ano de 2000, o Centro Cultural de Dourado teve suas atividades iniciadas reunindo o acervo de três bibliotecas: Biblioteca Pública Municipal Cecília de Barros Pereira de Souza Braga, Biblioteca Escola Municipal Antonio Monteiro Novo e Biblioteca Municipal Senador Carlos José Botelho.

A Biblioteca Pública Municipal de Dourado foi criada em 5 de dezembro de 1984, pela Lei nº 391. Em 4 de dezembro de 1993, recebeu a denominação de Biblioteca Pública Municipal “Cecília de Barros Pereira de Souza Braga”.

Em 22 de agosto de 1994, houve a entronização da placa denominada da Biblioteca Pública, no período de Departamento de Desenvolvimento Social (conforme Livro Ata – Ata nº 1).

Pela Lei Nº 1.210 de 12 de maio de 2009, na administração do Sr. Prefeito Municipal Edmur Pereira Buzzá, o Centro Cultural de Dourado recebe a denominação de “Centro Cultural Miltes Bueno Galassi”, em justa homenagem a escritora.

Miltes Bueno Galassi é autora também do Hino de Dourado, Co-produção Antologia Poética (Poesias Brasileiras), Timor "Poemas de Esperança" (Poesias Brasileiras) entre outros livros publicados.

O Hino Municipal de Dourado foi instituído em 8 de maio de 1997, pela Lei Municipal nº 865, no mandato do Sr. Prefeito Municipal Dr. Idio Carli.

O Centro Cultural Miltes Bueno Galassi está funcionando na rua Tiradentes, nº 424, Centro. Lá, a Prefeitura, por meio do Departamento de Cultura, também instalou a Biblioteca Municipal Cecília de Barros Pereira de Souza Braga, que possui um acervo com 10.295 mil livros. No mesmo local está o Departamento do Esporte e Turismo do Município.



Autores e Obras de Nossa Terra.






Nossa cidade dispõe de vários autores que possuem suas obras divulgadas no cenário brasileiro da literatura e estão a disposição para consulta na Biblioteca Pública Municipal.
  • * Cecília de Barros Pereira de Sousa Braga - Evocação (Romance Brasileiro);
  • * Profa. Suely Baldin Pelaes - Física 1 Mecânica, Física 2 Térmica e Óptica, Física 3 Eletromagnetismo;
  • * Sra. Miltes Bueno Galassi - Hino de Dourado, Co-produção Antologia Poética (Poesias Brasileiras), Timor "Poemas de Esperança" (Poesias Brasileiras) entre outros livros publicados;
  • * Sra. Cláudia Maria Galassi - Antologia Jovem (Lit. Infanto-Juvenil);
  • * Sra. Maria Cecília de Azevedo Malheiro - Lampejos (Crônicas Brasileiras);
  • * Vanda Pereira Donadio - Catarina Cabeça de Pudim (Lit. Infanto-Juvenil);
  • * Srta. Ana Keylla Munhoz - Esperanças (Poesias Brasileiras);
  • * Dr. Carlos Paulo Cavasin Jr. - A Cultura do Girassol (Agronomia);
  • * Sr. Alessandro Fantin - As Latinhas Falam (Lit. Infanto-Juvenil);
  • * Sr. Francisco César Talarico - Antologia Poética 2000 e Talentos de um Novo Tempo (Poesias Brasileiras);
  • * Sr. José Francisco Vernáglia - Analogias Simétricas (Poesias Brasileiras);
  • * Prof. Jorge do Carmo de Freitas - Sonambulando (Poesias Brasileiras);
  • * Prof. Dr. Gilberto Braga - Introdução à Métodos Cromáticos (Cromatologia);
  • * Prof. Dr. Marcos Macari - Doença das Aves e Fisiologia Aviária Aplicada a Frangos de Cortes (Avicultura);
  • * Prof. Dr. Orivaldo Tavano - Curso de Radiologia em Odontologia;
  • * Sr. João Jacob Klain - Poemas (Poesias Brasileiras).
  • * Luciana Pelaes Mascaro – Brasil e Bélgica – Cinco Séculos de Conexões e Interações.

Foto: Obelisco.
Dourado, Centro Geográfico do Estado de São Paulo.





segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Clube Esportivo Ferroviário Douradense.


O Clube Esportivo Ferroviário Douradense com sede social em Dourado, SP foi fundado em 22 de setembro do ano de 1930 pelo Presidente Honorário Waldérico C. Véras.

O time dos ferroviários contava com ótimos jogadores, tais como Pitanga, Balde, Melão e ficou famoso na região, principalmente por seus atacantes, destacando-se os dois pontas, NITO, pela direita, rápido como um corisco e com potente chute de pé direito, verdadeiro artilheiro e com Renato Bonetti, o GRILO, pela esquerda, este um driblador infernal.
Interessante àquela época, vale a pena destacar, a colaboração do comércio local que prestigiava os eventos dos jogos como patrocinadores.
Alguns exemplos como as seguintes empresas, Casa Pasquale de Irmãos Pasquale, Bazar Americano de Chead e Jorge Nemes, Casa Confiança de viúva Naim Nemes, Selaria e Colchoaria Speranza de Antônio Speranza, Bar do Penha de José Penha Ramos, Padaria Aurora de Antônio Parelli, Empório Paulista de José Bustani, Hotel Recreio de Francisco Pinhanelli, o hotel que hospedou a grande caravana de Ibitinga e CINE São Paulo.
Numa ocasião da inauguração da iluminação do campo de futebol, cujas torres eram feitas com trilhos, a equipe douradense venceu Bocaina, por três a zero, sendo que o primeiro gol foi feito por Nito, num chute rasteiro, fora da área, sendo que ninguém vibrou e somente tinham visto que a bola havia entrado, quando o goleiro foi buscá-la nos fundos da rede, pois estava muito escuro. A iluminação, ao que parece, não era muito boa, e posteriormente as torres foram vendidas para a Portuguesa Santista.

Fica aqui uma singela homenagem ao Clube que fez história e trouxe muita alegria nos finais de semana às famílias douradenses.

Foto tirada em Dourado, no dia 19 de novembro de l934. Agachado, na ponta direita está Nito Bueno, no centro de gorrinho, Pitanga e de pé, no lado direito , Dodinho, entre outros craques do passado.
Cores oficiais do uniforme: Branco e Preto.

Foto Abaixo.
Equipe Representativa do Ferroviária de Dourado.
Foto de 13 de Agosto de 1944.
Jogo com Bocaina.
Ferroviária de Dourado 1 X 1 Bocaina.

Da Esquerda à Direita.
Em pé: Sebastião, Gásper, Décio, Kisko, Dodinho, Pedrinho, Pitanga e Técnico Alemão.
Agachados: Mazinho, Diogo, Nole, Moreno, Léme, Carradine e Nere.

Colaborações: Nenê do Cartório e Casa dos Papéis.










quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Dourado – anos 80.





Em Dourado começaram a surgir outros bairros, nessa época, formados principalmente por aqueles que deixaram a área rural. O Jardim Central, com destaque na foto acima, onde era a antiga chácara do Heliodoro. Sem falar no Jardim das Flores, muito bem cuidado, feito por douradenses saudosos da terra natal como; Pedreschi, Milharcix, Foschini.



O cinema acabou. Foi formada a "Latitude 22" do senhor Pedro Leite. Os fazendeiros insatisfeitos com a política do governo para a agricultura, desanimados com a falta de segurança acabaram arrendando suas terras para as usinas de cana.

Usineiros incentivados pelo pró álcool enriqueciam e davam empregos por grande parte da população rural. Migrantes de todas as regiões do Brasil vinham ao estado de São Paulo com a proposta de emprego e renda nas lavouras de cana. A cana tomou conta da terra, tomou lugar das culturas variadas.

Ironicamente existia uma propaganda na televisão dizendo; "e se não fosse a cana ?"

Dourado assim como outras cidades passaram pelo café, pelo algodão, certamente passará pela cana, que com certeza por aqui não foi tão doce.

Estatística do Município de Dourado (1982).
Localização: Centro Oeste 6ª Região Administrativa.
Distância da Capital: 278 – Rodovia.
População: 6,557 (censo 81).
Área: 205 Km².
Produção: Agro-Pecuária (cana de açúcar, café) hortigranjeiro, etc.
Número de Propriedades Rurais: 180.
Estabelecimentos: Comerciais 96,
Industriais 15,
Bancários 03.
Clubes de Serviços 2 (Rotary e Cenco)
Esporte e Recreação 5.
Estabelecimentos de Ensino 12:
EEPG “Senador Carlos José Botelho”,
EEPSG “Dr. Salles Júnior”.
Escola Municipal de Comércio e mais 9 Escolas Isoladas.
População Estudantil: 1533 alunos.
Altitude: 696m
Latitude: 22 07,00 S
Longitude: 48 18,00
Data de Emancipação Político – Administrativa 19/05/1897.
Administração: Lafayete Lozano.

Fotos: Compartilhadas por Marisa.

Dados de pesquisa com base nos artigos:



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